Guilherme Paulus dá orientações sobre como fazer uma empresa obter sucesso em sua gestão

Em uma entrevista ao Estadão, o empresário Guilherme Paulus contou de que formas prefere tocar os próprios negócios. De acordo com a publicação, o empreendedor é defensor de que se acredite profundamente na empresa em que se atua. Além disso, ele salientou que é de suma importância que se tenha um objetivo claramente definido.

A primeira empresa fundada pelo empresário foi a CVC Turismo, na década de 1970. Na ocasião, ele possuía 23 anos. Com o passar do tempo a operadora turística foi aumentando suas dimensões em termos de mercado, até que em uma dada ocasião teve a maior parte de suas ações vendidas. Se no início de suas operações os pacotes ofertados destinavam-se aos grêmios de operários do ABC Paulista, após décadas a clientela era formada por um público bastante heterogêneo.

As modificações na CVC referem-se a vários aspectos da companhia, tais como no aumento do quadro de colaboradores, no volume de clientes atendidos e no maior número de expansões realizadas. Assim sendo, a empresa de Guilherme Paulus passou a contar com um quadro de mais de 8 mil trabalhadores, 700 novas unidades e 2,5 milhões de passageiros atendidos. Vale ressaltar que o processo de desenvolvimento da operadora atravessou quatro décadas, conforme a reportagem realizada.

O empresário, ao ser questionado sobre suas táticas de empreendedorismo, pontuou que foi preciso ter grande determinação. Ele também destacou que inovações frequentes são um meio de se obter sucesso à frente de qualquer negócio. A operadora de turismo foi uma das pioneiras em se tratando do serviço de fretamento de aeronaves, mas foi outro ponto que acarretou elevado aumento da clientela. Trata-se da oferta de parcelamento de viagens, pacotes, esclarece o empreendedor.

https://videos.band.uol.com.br/16115131/sonia-racy-entrevista-guilherme-paulus-%E2%80%93-parte-1.html

A entrevista com Guilherme Paulus ocorreu a partir de um evento promovido pelo próprio Estadão, em que houve a presença de diversos outros empresários, sobretudo aqueles que possuem negócios de pequeno porte. A finalidade do encontro consistiu na troca de experiências entre os participantes, bem como no aprendizado de novas formas de se fazer com que empresas deslanchem em seus respectivos segmentos de atuação.

Segundo a publicação, o empreendedor do ramo turístico comparou o ato de administrar com um jogo de videogame. Embora acredite no poder do planejamento, o empresário comentou que algumas situações fogem do que se esperava. Dessa maneira, ele explica que é crucial que se saiba lidar adequadamente com ocasiões imprevisíveis. O que não pode faltar dentro de um processo de gestão, para Guilherme Paulus, é a crença de que determinado negócio vale de fato à pena.

A questão da competição existente em todos os segmentos é algo que se deve observar com grande atenção, segundo o empreendedor. Ele cita que isso pode ser realizado por meio de uma minuciosa avaliação acerca do mercado em que se pretende atuar. De acordo com o fundador da CVC, a vida se mostra diariamente competitiva, de forma que é preciso criar inovações com a mesma frequência.

Ele acredita na importância do talento, mas esclarece que este não é mais importante do que o empenho que se deve ter diante dos próprios objetivos, sobretudo no mundo dos negócios. Para se desenvolver uma boa percepção acerca do mercado, ele enfatiza que o empreendedor deve se atualizar de modo frequente. Até mesmo as redes sociais foram vistas por Guilherme Paulus como ferramentas para se conhecer diversos segmentos.

Motivado pela transparência, BNDES revelará lista negra com 50 maiores devedores

O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) pretende divulgar os 50 maiores devedores do banco de fomento que encontram-se listados pelo banco. Nesta lista negra estão incluídos empresas ligadas a diversos setores da economia. As notícias sobre a divulgação da lista negra do BNDES foram veiculadas no dia 16 de janeiro de 2019. Ainda que a lista não tenha sido divulgada no dia 16 de janeiro deste ano, a notícia da divulgação gerou um certo impacto.

O motivo desta divulgação está ligado ao princípio da transparência anunciado pela nova gestão do banco. O novo presidente do banco de fomento, Joaquim Levy, deixou claro no dia de sua posse (7 de janeiro de 2019) que iria administrar o banco com ética, responsabilidade e transparência. As informações sobre a lista com os 50 maiores emprestadores de dinheiro do banco já estão disponíveis no site oficial do BNDES. Porém, o objetivo é comunicar a população e gerar um maior acesso da mídia com relação a esse assunto.

O atual presidente da República já deixava claro que iria abrir a “caixa preta do BNDES” assim que assumisse o poder. Isso é um passo muito importante para manter a transparência do banco e mostrar o que vem ocorrendo ao longo de seus anos, principalmente em relação a gestão dos governos anteriores. Com a divulgação dessas informações os brasileiros poderão saber como o seu dinheiro foi administrado pelo banco durante as gestões de governos anteriores.

O banco BNDES foi criado em 1952 para ser o maior instrumento financeiro de empréstimo a longo prazo do Brasil. O objetivo do banco é de fomentar a economia do país com investimentos ligados a diversos setores da indústria, comércio e todos os outros setores. O banco oferece diversos produtos financeiros, fundos e programas de acordo com as características de uma operação em específico.

Como o BNDES é classificado como uma empresa pública, é responsabilidade do banco fazer a avaliação e dar total apoio diante dos impactos de seus projetos com o Brasil. Ainda que esses projetos sejam ligados ao exterior, é a administração do banco que prevalece diante desta responsabilidade.

Estádios construídos para a Copa do Mundo continuam a gerar gastos à população

Cerca de R$ 400 milhões em dinheiro público foram gastos pelas autoridades brasileiras em 2018 para manter estádios em todo o Brasil, os quais foram originalmente construídos para a Copa do Mundo em 2014, segundo um novo relatório. Conforme notícias publicadas, muitos desses estádios recém construídos estão agora buscando novas fontes de renda, como a realização de shows, festivais e até feiras, em uma tentativa de gerar lucro.

De acordo com dados coletados pelo Ministério do Esporte, foram gastos R$ 8,3 bilhões na construção de estádios para a Copa do Mundo, com grande parte do dinheiro vindo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social do BNDES.

Devido ao complexo de financiamento e às parcerias público-privadas que alguns governos estaduais iniciaram, muitos ainda estão pagando mais de R$ 100 milhões por ano como resultado de empréstimos contratados em 2014, como os do estádio Mineirão, considerado uma das construções mais bem sucedidas.

Por exemplo, as autoridades responsáveis pela capacidade das 31.000 pessoas da Arena das Dunas, em Natal, têm que pagar uma quantia anual de R$ 120 milhões para financiar um estádio que abriga cerca de 4.000 torcedores para jogos do clube de futebol América de Natal, que foram eliminados recentemente.

Outros desses “elefantes brancos” incluem o Mané Garrincha, em Brasília, que custou R$ 700 mil por mês em 2018; a Arena Pantanal, em Mato Grosso, que perdeu cerca de R$ 3 milhões em 2018.

Alegações de corrupção e má alocação de fundos cercaram muitos dos projetos de construção que foram embarcados para os sucessivos megaeventos da Copa do Mundo e das Olimpíadas do Rio, e isso não se aplica apenas a estruturas recém-construídas. Há dois anos, executivos da Odebrecht revelaram como pagaram incríveis R$ 2,3 milhões em subornos para garantir o contrato de renovação do icônico estádio do Maracanã.

Desde 2013, o estádio também totalizou perdas de cerca de R$ 200 milhões. Na ocasião um juiz decretou o cancelamento de um contrato de concessão prejudicial ao público-alvo no ano passado. Como aconteceu com muitos outros estádios que causam prejuízos aos fundos públicos, o Maracanã passou a sediar shows e outros eventos, em uma tentativa de diversificar sua utilidade. Além disso, o maior clube de futebol do Rio de Janeiro, o Flamengo, recentemente se reuniu com o governador do Estado para manifestar interesse em participar da gestão do Maracanã.

Empreendedor e hoteleiro: Guilherme Paulus investe mais que só em hotéis

O empresário brasileiro especialista em hotelaria e turismo Guilherme Paulus tornou-se um dos líderes do setor de lazer mais respeitados do mundo.

As razões por trás da ascensão do líder da indústria são muitas, mas a sua vontade de trabalhar em uma variedade de áreas diferentes e explorar as opções abertas para suas empresas em diferentes partes do mundo podem ser vistas como os principais motivos para tanto sucesso.

Embora ele seja hoje um dos principais hoteleiros do mundo, Paulus também chegou a investir em várias áreas da indústria, incluindo companhias aéreas e excursões.

A carreira de Guilherme começou no início dos anos 1970, quando ele estava explorando as diferentes opções disponíveis para ele no auge dos seus 20 anos. O principal obstáculo para os planos do ex-estagiário da IBM foi a falta de financiamento para o seu sonho de entrar na indústria do turismo.

Um funcionário do governo local, Carlos Vicente Cerchiari, foi um apoiador voluntário do grupo da CVC, que abriu a sua primeira loja na comunidade brasileira de Santo André.

Apenas quatro anos depois, Carlos Vicente Cerchiari se afastou e permitiu a Guilherme Paulus assumir o controle total da CVC e transformá-la na empresa de turismo de renome internacional que conhecemos hoje e tanto ouvimos falar.

Ao longo da vida da empresa CVC, Guilherme Paulus esteve e ainda está disposto a olhar para fora do que muitos chamariam de sua zona de conforto de investimento.

Prova disso é que um dos primeiros investimentos feitos por Paulus fora da CVC foi a compra da companhia aérea Webjet, adquirida com uma única aeronave. Quando Paulus concluiu o seu trabalho com a Webjet apenas cinco anos após a sua compra em 2006, a companhia aérea já era a terceira maior de todo o Brasil.

No entanto, mesmo com toda essa grande disposição em criar novas cadeias de hotéis para turistas nacionais e estrangeiros, em nenhum momento o empresário deu as costas à marca CVC.

Enquanto muitos de seus rivais se mudaram para uma plataforma de vendas baseada na web, o empresário permaneceu dedicado ao uso de lojas em shoppings recém-construídos em todo o Brasil e em grandes cidades ao redor do mundo.

O tráfego de pedestres que passam pelas lojas da CVC continua sendo uma das principais razões para a construção de uma fortuna pessoal de mais de 1 bilhão de dólares em sua carreira de cinco décadas.

Outras conquistas do empreendedor e hoteleiro Guilherme Paulus

Por meio dos esforços de Paulus, a empresa CVC é considerada nos dias de hoje como a melhor empresa de turismo de todo o Brasil e de outros países também, como o Caribe, os Estados Unidos e, inclusive, dos continentes da América do Sul e da Europa.

A empresa de renome mundial tem, hoje, cerca de 30 mil parceiros de negócios na indústria do turismo e da hotelaria, como algumas transportadoras marítimas e terrestres, algumas companhias aéreas e alguns hotéis também.

O esforço de expansão do empresário Guilherme Paulus teve um efeito muito positivo na economia das localidades citadas anteriormente, pois foi capaz de desenvolver negócios em vários locais e fornecer também emprego a muitas e muitas pessoas.

Paulus igualmente já recebeu muitos prêmios, incluindo títulos honrosos no Brasil e em outros países por causa de sua imensa contribuição para a indústria do turismo.

Gap anuncia que irá fechar loja importante na Quinta Avenida

Uma das maiores redes varejistas de roupas dos Estados Unidos, a Gap anunciou recentemente que deverá encerrar suas operações em centenas de lojas que estavam apresentando um desempenho abaixo do esperado. Porém, a grande surpresa foram as notícias revelando que uma dessas lojas será o famoso ponto comercial da marca na Quinta Avenida, em Nova York.

Situada no número 680, a loja é enorme e possui três andares. Além de sua localização privilegiada, esse ponto comercial representa a influência da marca entre o público norte-americano, e o fato da mesma ser fechada pode ser interpretado como uma grave crise nos negócios da Gap.

Em entrevista concedida no mês de dezembro, Art Peck, o CEO da Gap, ainda destacou que a marca está enfrentando um processo de revisão de valores de determinados aspectos emblemáticos de seus negócios.

A marca, que também é a responsável pelas operações de outras redes varejistas como Banana Republic e Old Navy, apresentou uma redução em seu fluxo de vendas, em meio a um momento de adversidade generalizada que vem atingindo o comércio varejista nos Estados Unidos.

Com o encerramento das operações em centenas de lojas, a empresa planeja que a lucratividade tenha um impulso já nos próximos meses. Essa loja da marca na Quinta Avenida se encontra ao sul da Trump Tower, uma área que tem aluguéis bastante altos por ser muito procurada pelos turistas, principalmente durante o final do ano, em função de também ser próxima do Rockefeller Center.

Apesar das ações da Gap já terem perdido aproximadamente 25% do valor que possuíam no início de 2018, a mesma apresentou um pequeno aumento em janeiro, assim como outras varejistas norte-americanas que enfrentam certas dificuldades, como a como a Abercrombie & Fitch e a American Eagle Outfitters.

A Gap foi fundada no ano de 1969, e se especializou na venda de roupas de estilo casual, calçados e acessórios. Atualmente com um valor de mercado de mais de US$ 7 bilhões, a marca está presente em cerca de 70 países, incluindo o Brasil, e possui cerca de 140 mil funcionários ao redor do globo, e 1.700 lojas.

Curativos inteligentes são capazes de ajudar na cicatrização

A utilização de correntes elétricas de forma terapêutica para o bem da saúde humana é uma prática bastante antiga, a qual é usada para vários tipos de tratamento, incluindo a fortificação dos músculos e a diminuição das dores crônicas.

 

O que muitos nem imaginam é que essa técnica, conhecida pelo nome de eletroterapia, também pode ser aplicada de modo a estimular a cicatrização de machucados. Contudo, os aparelhos exigidos para realizar esse procedimento podem torná-lo bastante complicado e pouco acessível.

Tendo isso em mente, um grupo de pesquisadores da China e dos Estados Unidos criaram uma espécie de bandagem elétrica, bem similar aos curativos tradicionais, a qual é capaz de acelerar a recuperação de feridas. Para essa bandagem funcionar, basta que o indivíduo respire e expire, pois o movimento da caixa torácica durante essa atividade consegue ativar os nanogeradores que estão no curativo, os quais enviam pulsações que auxiliam o machucado a cicatrizar mais depressa.

A equipe de pesquisadores responsável pelo desenvolvimento da bandagem acredita que o diferencial desse curativo é a forma como a eletricidade age sobre os fibroblastos, os quais recebem o estímulo de se alinharem, um processo que é determinante para que ocorra a cicatrização. Para completar, essas pulsações também resultam em materiais bioquímicos que estimulam o crescimento dos tecidos e a recuperação da pele.

Quando testada no laboratório, os resultados obtidos foram surpreendentes. Os testes feitos com ratos também demonstraram que machucados que anteriormente levavam quinze dias para cicatrizar agora demoraram somente três dias com o auxílio desse curativo inteligente.

A boa notícia é que, segundo os pesquisadores, a tecnologia utilizada no desenvolvimento dos curativos inteligentes consiste de materiais comuns, o que significa que essa bandagem pode chegar as lojas com preços quase iguais aos dos curativos comuns.

Contudo, antes disso acontecer, esse curativo ainda precisará passar por algumas rodadas de testes adicionais. De acordo com notícias do site Engadget, a próxima etapa será testar a maneira como essa tecnologia se comporta na pele dos porcos, que é bem similar a pele humana. Caso a resposta seja positiva, o curativo inteligente poderá chegar as lojas antes mesmo do esperado.

Estudo identifica que filmes estrelados por mulheres são mais lucrativos

Um estudo recente desenvolvido pela Creative Artists Agency (CAA), em conjunto com a companhia shift7, analisou a arrecadação na bilheteria de centenas de longa-metragens que estrearam entre os anos de 2014 e 2017, comparando os ganhos com o gênero dos protagonistas.

Ao analisar esses dados de forma cruzada, esse levantamento identificou que os longas que possuíam mulheres na posição de protagonistas conseguiram se sair melhor na bilheteria do que os filmes protagonizados por homens.

Para chegar a essa conclusão, o estudo dividiu os filmes em cinco categorias distintas, de acordo com o custo total de produção dos longas, começando com uma categoria de filmes de até 10 milhões de dólares e indo até aqueles que custaram mais de 100 milhões de dólares.

Nas cinco categorias analisadas, os filmes estrelados por figuras femininas tiveram um desempenho superior aos homens. Essa estatística reforça a premissa de que as mulheres possuem um forte apelo dentro da indústria do cinema.

Portanto de acordo com Christy Haubegger, diretora da CAA, a crença de que ter uma mulher como protagonista não traz bons retornos financeiros está se tornando cada vez mais incorreta e ultrapassada. Para esse levantamento, foi utilizada uma base de cerca de 350 filmes, dos quais 105 eram protagonizados por mulheres.

A superioridade na arrecadação pôde ser observada especialmente na categoria de filmes cuja produção foi superior aos 100 milhões de dólares. Entre eles, um dos grandes destaques foi Mulher Maravilha, primeiro filme estrelado por uma super-heroína em alguns anos e que se tornou um sucesso absoluto, responsável por acumular mais de US$ 800 milhões nas bilheterias mundiais. Em média, enquanto os longas estrelados por mulheres arrecadaram US$ 586 milhões, os protagonizados por homens tiveram uma arrecadação de US$ 514 milhões.

Nas notícias veiculadas sobre o tema, uma das responsáveis pelo estudo, Amy Pascal, destacou que a pesquisa foi bastante esclarecedora pois comprova que o público que frequenta as salas de cinema deseja ver todos sendo representados nas telas. Segundo ela, os tomadores de decisão em Hollywood precisam perceber isso logo para que o cinema permaneça sendo lucrativo.

Litoral de São Paulo registra aumento no número de animais mortos

O acúmulo de resíduos sólidos associado ao descarte incorreto desses dejetos coloca a vida de vários animais em risco. Quando essa perspectiva é levada aos litorais do país, não é apenas os animais marinhos que sofrem com esse grande problema, mas também os mamíferos e as aves que vivem nessas regiões.

Somente no litoral de São Paulo, o Instituto Gremar já registrou um total de 21,4% de aumento de animais mortos por causa da poluição neste ano. A comparação foi feita com o mesmo período no ano passado. Os dados coletados pelo instituto foram obtidos nas praias localizadas na Baixada Santista.

De acordo com a bióloga que trabalha no instituto, Rosane Farah, esses números eram mais do que esperados, considerando que os impactos ao meio ambiente ainda são os mesmos. “Podemos observar que grande parte desses animais que recebemos no instituto tiveram interação de alguma forma com o lixo descartado incorretamente. Já encontramos vários itens de descarte, como plásticos, sacolas, canudos, papéis de balas, entre outros”, revelou Rosane Farah.

Esse é um problema tão grande enfrentado no litoral paulista que 90% dos animais mortos recolhidos pelo instituto tinham contaminação por resíduos plásticos. Ou seja, o lixo descartado pelo homem é a causa de morte em 90% desses animais mortos.

Somente em 2018, o número de animais mortos recolhidos pelo instituto chegou a 873. Desse total, 289 eram aves, 80 eram mamíferos e outros 504 eram tartarugas. Em comparação com o ano de 2017, o registro era de 719 animais mortos recolhidos pelo instituto. Considerando os animais que foram resgatados e os que foram encontrados mortos, o Instituto Gremar registrou um total de 1.066 animais durante todo o ano de 2018.

Como o número só tem aumentado a cada ano, o instituto tem promovido ações investigativas para descobrir quais são os principais agentes poluidores dos mares e praias. Além disso, o instituto tem intensificado as notícias e ações sociais que promovem a conscientização da população em relação ao descarte correto desses materiais.

Segundo a bióloga, o aumento não significa que as pessoas estão descartando mais lixo. Na verdade, o aumento dos técnicos e monitores que atuam nas praias do litoral paulista proporcionaram uma maior cobertura de área, o que resulta em um número maior de animais encontrados.

Como escrever um plano de negócios vencedor

Seu plano de negócios é como um roteiro para o sucesso do seu negócio. Deve projetar de três a cinco anos no futuro como você pretende construir e expandir seus negócios.

Você não tem que se apressar com isso e escrever tudo em um dia, embora muitos o façam. Concentre-se em seus objetivos e como você espera alcançá-los e não tenha medo de escrever e reescrever seu plano de negócios.

Ter um resumo executivo: Você deve começar com um breve resumo executivo do seu plano. Defina seus objetivos e como você deseja alcançá-los. Este deve ser um instantâneo inteiro do seu perfil e objetivos.

Seja muito detalhado aqui. Qualquer um que investir em seu negócio estará analisando isso e eles vão querer entender suas metas para o seu negócio.

Você precisará de notícias e uma descrição da empresa: Em seguida, você precisa de uma descrição da empresa. Isso deve fornecer informações valiosas sobre o motivo pelo qual sua empresa é diferente de todas as outras que são semelhantes em espécie. Seja detalhado e projete quais mercados seu negócio servirá e por quê. Concentre-se na idade, sexo e outros detalhes para ter uma ideia de como fazer isso.

Detalhe é muito importante na descrição da sua empresa. Ninguém quer sequer olhar para uma empresa que não tenha um plano de negócios detalhado. Procure financiamento potencial escolhendo pessoas que pensam como você.

Pesquisa: Pesquise sua empresa com cuidado antes de lançar o seu negócio. Você vai querer saber tudo sobre a indústria, o mercado e sua concorrência. Quanto mais detalhado você puder, melhor. Isso lhe dará uma vantagem no mercado. Se você não tiver certeza sobre alguma coisa, pesquise os detalhes e verifique se eles são precisos.

Construa uma estrutura: Existem muitas maneiras de estruturar um negócio. Você vai querer examinar e explorar as várias opções e escolher a opção que melhor se adapte ao seu negócio específico. Isso deve incluir seu estilo de gerenciamento e também sua organização.

Se você vai ter funcionários ou fazer tudo sozinho e como você planeja lidar com as coisas, se você tem muito trabalho vindo. Você vai contratar funcionários temporários?

Mudanças para o MEI trazem maior limite de ganhos

O microempreendedor individual é uma maneira de tornar legal o trabalho de quem está começando um negócio próprio. Através dessa formalização se obtém benefícios como aposentadoria, CNPJ, emissão de notas fiscais e uma tributação leve.

Nesse ano de 2018, foi preciso ficar atento. Quem quis se tornar um MEI, teve que estar ciente que algumas regras nessa categoria de empresa mudaram. De acordo com o Portal do Empreendedor, o número de microempreendedores individuais são de 7,7 milhões no Brasil.

As mudanças que aconteceram com o MEI estão relacionadas com o limite de faturamento da categoria e também com as categorias profissionais que estiveram habilitadas para o registro.

Uma das principais mudanças é o limite de ganhos, antes para se enquadrar como Simples Nacional era necessário estar dentro do limite anual de 60 mil reais, mas com a alteração a empresa poderá ter um faturamento maior e ainda estar dentro da categoria de MEI. O novo limite é de R$ 81 mil por ano e a média seria de 6,75 mil reais gerando certo impacto na economia.

Na antiga regra, os empresários que obtivessem ganhos de R$ 72 mil tinham que pagar uma multa tributária para se manter na categoria de MEI. Caso o valor ultrapassasse 72 mil reais, então era obrigatório o recadastramento em outra categoria.

Neste ano, o novo limite de 81 mil reais tornou desnecessário a aplicação de multas e os cancelamentos de registros, mas quem passar desse valor em até 20% do limite, deverá pagar a multa.

As empresas que tiverem um faturamento maior que o limite devem alterar o seu registro para um limite de 360 mil reais por ano.

Essa mudança torna mais flexível a categoria de MEI para quem conseguia um pouco mais de ganhos, e também evita processos burocráticos.

A empresa que está cadastrada como MEI não poderá ser sócia de outras empresas e apenas ter um empregado contratado.

Algumas profissões não podem mais ter o cadastro como MEI, são elas personal trainers, técnicos contábeis, arquivistas de documentos e contadores. Existe um abaixo-assinado na internet que tenta reverter essa medida. Estima-se que 100 mil profissionais estão dentro dessa mudança.