Coreia do sul enfrenta altos índices de poluição

Após índices assustadores de poluição a Coreia do Sul, decide ampliar suas leis para o combate à poluição do ar. As notícias sobre essa aprovação por parte do parlamento Sul-Coreano, foram dadas nessa quarta-feira, (13/03), destacando a medida como emergencial, sendo a situação atual do país, classificado como desastre social.

Esse alto nível de poluição presente na Coreia do Sul foi acarretado por vários fatores, um deles foi o uso desenfreado de carvão, como fonte de energia, durante anos. Além de uma imensa frota de veículos movidos a combustíveis fósseis. Esse senário causou um abalo na sociedade como um todo, atingindo até aprovação do atual presidente, frente ao eleitorado Sul-Coreano.

A se deparar com tal situação, o governo se viu disposto a fazer o uso de seu fundo emergencial para desastres, essa reserva somada totaliza algo entorno de 2,65 bilhões de dólares.

Como está, outras medidas também foram discutidas nessa quarta-feira, como, a diminuição do uso de veículos movidos a gás e derivados do petróleo, essa nova lei estabelece também a diminuição da comercialização desse tipo de veículo no país. Outra medida debatida, foram normas que obrigam a instalação de purificadores de ar em todas as salas de aulas coreanas.

Essas novas leis são um grupo de novas leis que o governo sul-coreano vem trabalhando para combater a poluição no país. Essas leis discutidas na quarta-feira, caso não sejam levantadas objeções, levaram 15 úteis para entrar em vigor. Incluindo nesse pacote de medidas, vem o fim da operação de cinco usinas termoelétrica movida a carvão, no país.

Toda essa medida é após a constatação de um estudo revelar que a qualidade do ar da Coreia do Sul, ser apontada como um dos países com maior taxa de poluição no ar entre membros da organização para a cooperação e desenvolvimento econômico (OCDE).

O nível de poluentes presentes no ar sul-coreano são quase mais que a metade em países da OCDE e bem superior ao recomendado pela (OMS).

No início de março, foram registrados por seis dias consecutivos uma alta taxa de poluição no ar, presente e quase todo o território sul-coreano, tendo seu dia recorde no dia 5, com uma forte taxa de poluição do ar na cidade de Seul, capital da coreia do sul, fazendo com que as autoridades recomendassem o uso de máscara.

A poluição sul-coreana, passou de um problema social para uma pauta política, que vem nos últimos meses vem abalando a popularidade do atual presidente, tendo uma perca considerável de aprovação perdendo 3% da aprovação de seu eleitorado, em apenas uma semana.

Junto a esse senário preocupante, está sua vizinha, China, que tem lutado contra o relógio para combater 30 anos de poluição desenfreada, causadas pelo crescimento econômico no país.

Fyre Festival tem documentário na Netflix

Imagina um lugar lindo com praias paradisíacas e paisagens de tirar o fôlego? Agora acrescente isso a modelos conhecidas internacionalmente e a influenciadores que alcançam milhões. O plano de marketing se torna infalível, mas um evento não é apenas um plano de marketing não é mesmo.

O que não faltou no marketing, faltou na execução. Todos os lugares haviam sido vendidos com sucesso, mas esse sucesso não acompanhou o fôlego que precisariam ter para toda a logística de um evento vendido como um acontecimento luxuoso em uma ilha da região caribenha de Barbados.

Dinheiro explicitamente não faltava, mas o que faltou grandiosamente foi um planejamento para garantir que tudo o que foi prometido fosse executado com tempo. O empresário já havia sido bem sucedido no ramo de cartões de crédito para clientes de luxo, mas isso demonstrou que apesar da experiência de sucesso sempre é necessário ter cautela.

O chamado Fyre Festival estava se focando em clientes que esperavam o melhor de grandes experiências em uma ilha caribenha.

Depois de todos os problemas de hospedagem e abastecimento de água que estavam perturbando os organizadores, uma tempestade impetuosa deixou o que já estava ruim, pior.

Quando o prazo da viagem ser realizada começou, então uma sequência de acontecimentos com os clientes mostraram que aquele festival na verdade não iria acontecer.

Ao chegar na ilha, os viajantes foram direcionados para um restaurante de frente a uma bela praia paradisíaca, mas esse lugar não ficou tão legal quando já se passaram seis horas e ninguém sabia o que iria acontecer.

Quando chegaram em suas hospedagens formadas por plástico em forma de bolha, então todas as fichas caíram para quem tinha pago milhares de dólares. Nada não passava de um tremendo fiasco.

Nos bastidores o empreendedor que antes se focava em soluções já não pôde manter a mesma confiança.

Da mesma maneira que as redes sociais impulsionaram as vendas dos ingressos, elas mostraram as más notícias como a refeição do festival: pão com queijo e salada, então se viu que todo glamour simplesmente não existia. O aeroporto da região ficou com a capacidade esgotada com tanta gente querendo sair dessa viagem frustrada.

Ciclistas protestam por mais mobilidade no aniversário de 465 anos de São Paulo

A cidade de São Paulo fez aniversário no dia 25 de janeiro, e um dos grandes desejos dos moradores da cidade todos os anos são mais ciclofaixas e mais segurança no trânsito, um presente que os paulistanos acreditam que São Paulo merece. Um dia como esse é um grande prazer para os moradores que vivem em uma cidade que completa 465 anos em 2019. Este ano, o desejo dos ciclistas é que a bicicleta se torne cada vez mais uma alternativa de transporte na cidade.

O engenheiro Randall Edmundo pedala 40 quilômetros pela cidade nos fins de semana e disse que é assim que mantém a forma: “Eu tenho 65 anos e estou com 69kg, preservo a saúde com o uso da bike todos os dias, instrumento excelente para isso”, disse Edmundo.

O dentista Alexandre Teixeira também escolheu os pedais para se exercitar e curtir a cidade: “Você tá no ambiente com outras pessoas, circulando, respirando, uma das melhores formas de Liberdade”.

É o que diz Marcelo Soares, ultraciclista acostumado a provas de até 10.000 Km. Ele pedalou durante 8 horas seguidas no dia 25 de janeiro deste ano como uma forma de chamar atenção para a necessidade de mais segurança para quem usa a bicicleta como forma de transporte. “Semana passada eu caí e o capacete que eu estava usando quebrou. Por causa da chuva, acho que uma árvore derrubou um fio grosso do poste e conforme o pneu pegou neste fio não teve jeito, me jogou de uma forma que cai bem rápido. As notícias não poderiam ter sidos boas se eu não estivesse protegido com o capacete”, explicou Soares.

Essa parte da segurança pelo menos, é responsabilidade de cada um. Muitos ciclistas não costumam usar capacete, mas deveriam devido aos riscos oferecidos em locais onde não existem ciclofaixas e nem ciclovias. Um capacete de ciclista custa entre R$ 60 e R$ 80, e pode ser encontrado em diversos pontos de venda especializados na cidade, uma das dicas lançadas pelos ciclistas no protesto.

Dia 25 de janeiro foi aniversário da cidade e a promessa de revitalização da Praça dos Ciclistas na Avenida Paulista foi um dos presentes que marcaram essa data. A praça é palco de encontro, de protestos e de mobilidade com a cidadania. “É daqui que saem as bicicletas toda sexta-feira, onde as pessoas muitas vezes buscam soluções junto ao governo e ao poder público para a situação da mobilidade na cidade, é aqui que o cicloativismo da cidade acontece. É um marco da cidade e envolve todos os cidadãos de São Paulo”, diz Daniel Mourão, porta-voz do projeto Praça das Bicicletas.

Guilherme Paulus dá orientações sobre como fazer uma empresa obter sucesso em sua gestão

Em uma entrevista ao Estadão, o empresário Guilherme Paulus contou de que formas prefere tocar os próprios negócios. De acordo com a publicação, o empreendedor é defensor de que se acredite profundamente na empresa em que se atua. Além disso, ele salientou que é de suma importância que se tenha um objetivo claramente definido.

A primeira empresa fundada pelo empresário foi a CVC Turismo, na década de 1970. Na ocasião, ele possuía 23 anos. Com o passar do tempo a operadora turística foi aumentando suas dimensões em termos de mercado, até que em uma dada ocasião teve a maior parte de suas ações vendidas. Se no início de suas operações os pacotes ofertados destinavam-se aos grêmios de operários do ABC Paulista, após décadas a clientela era formada por um público bastante heterogêneo.

As modificações na CVC referem-se a vários aspectos da companhia, tais como no aumento do quadro de colaboradores, no volume de clientes atendidos e no maior número de expansões realizadas. Assim sendo, a empresa de Guilherme Paulus passou a contar com um quadro de mais de 8 mil trabalhadores, 700 novas unidades e 2,5 milhões de passageiros atendidos. Vale ressaltar que o processo de desenvolvimento da operadora atravessou quatro décadas, conforme a reportagem realizada.

O empresário, ao ser questionado sobre suas táticas de empreendedorismo, pontuou que foi preciso ter grande determinação. Ele também destacou que inovações frequentes são um meio de se obter sucesso à frente de qualquer negócio. A operadora de turismo foi uma das pioneiras em se tratando do serviço de fretamento de aeronaves, mas foi outro ponto que acarretou elevado aumento da clientela. Trata-se da oferta de parcelamento de viagens, pacotes, esclarece o empreendedor.

https://videos.band.uol.com.br/16115131/sonia-racy-entrevista-guilherme-paulus-%E2%80%93-parte-1.html

A entrevista com Guilherme Paulus ocorreu a partir de um evento promovido pelo próprio Estadão, em que houve a presença de diversos outros empresários, sobretudo aqueles que possuem negócios de pequeno porte. A finalidade do encontro consistiu na troca de experiências entre os participantes, bem como no aprendizado de novas formas de se fazer com que empresas deslanchem em seus respectivos segmentos de atuação.

Segundo a publicação, o empreendedor do ramo turístico comparou o ato de administrar com um jogo de videogame. Embora acredite no poder do planejamento, o empresário comentou que algumas situações fogem do que se esperava. Dessa maneira, ele explica que é crucial que se saiba lidar adequadamente com ocasiões imprevisíveis. O que não pode faltar dentro de um processo de gestão, para Guilherme Paulus, é a crença de que determinado negócio vale de fato à pena.

A questão da competição existente em todos os segmentos é algo que se deve observar com grande atenção, segundo o empreendedor. Ele cita que isso pode ser realizado por meio de uma minuciosa avaliação acerca do mercado em que se pretende atuar. De acordo com o fundador da CVC, a vida se mostra diariamente competitiva, de forma que é preciso criar inovações com a mesma frequência.

Ele acredita na importância do talento, mas esclarece que este não é mais importante do que o empenho que se deve ter diante dos próprios objetivos, sobretudo no mundo dos negócios. Para se desenvolver uma boa percepção acerca do mercado, ele enfatiza que o empreendedor deve se atualizar de modo frequente. Até mesmo as redes sociais foram vistas por Guilherme Paulus como ferramentas para se conhecer diversos segmentos.

Motivado pela transparência, BNDES revelará lista negra com 50 maiores devedores

O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) pretende divulgar os 50 maiores devedores do banco de fomento que encontram-se listados pelo banco. Nesta lista negra estão incluídos empresas ligadas a diversos setores da economia. As notícias sobre a divulgação da lista negra do BNDES foram veiculadas no dia 16 de janeiro de 2019. Ainda que a lista não tenha sido divulgada no dia 16 de janeiro deste ano, a notícia da divulgação gerou um certo impacto.

O motivo desta divulgação está ligado ao princípio da transparência anunciado pela nova gestão do banco. O novo presidente do banco de fomento, Joaquim Levy, deixou claro no dia de sua posse (7 de janeiro de 2019) que iria administrar o banco com ética, responsabilidade e transparência. As informações sobre a lista com os 50 maiores emprestadores de dinheiro do banco já estão disponíveis no site oficial do BNDES. Porém, o objetivo é comunicar a população e gerar um maior acesso da mídia com relação a esse assunto.

O atual presidente da República já deixava claro que iria abrir a “caixa preta do BNDES” assim que assumisse o poder. Isso é um passo muito importante para manter a transparência do banco e mostrar o que vem ocorrendo ao longo de seus anos, principalmente em relação a gestão dos governos anteriores. Com a divulgação dessas informações os brasileiros poderão saber como o seu dinheiro foi administrado pelo banco durante as gestões de governos anteriores.

O banco BNDES foi criado em 1952 para ser o maior instrumento financeiro de empréstimo a longo prazo do Brasil. O objetivo do banco é de fomentar a economia do país com investimentos ligados a diversos setores da indústria, comércio e todos os outros setores. O banco oferece diversos produtos financeiros, fundos e programas de acordo com as características de uma operação em específico.

Como o BNDES é classificado como uma empresa pública, é responsabilidade do banco fazer a avaliação e dar total apoio diante dos impactos de seus projetos com o Brasil. Ainda que esses projetos sejam ligados ao exterior, é a administração do banco que prevalece diante desta responsabilidade.

Estádios construídos para a Copa do Mundo continuam a gerar gastos à população

Cerca de R$ 400 milhões em dinheiro público foram gastos pelas autoridades brasileiras em 2018 para manter estádios em todo o Brasil, os quais foram originalmente construídos para a Copa do Mundo em 2014, segundo um novo relatório. Conforme notícias publicadas, muitos desses estádios recém construídos estão agora buscando novas fontes de renda, como a realização de shows, festivais e até feiras, em uma tentativa de gerar lucro.

De acordo com dados coletados pelo Ministério do Esporte, foram gastos R$ 8,3 bilhões na construção de estádios para a Copa do Mundo, com grande parte do dinheiro vindo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social do BNDES.

Devido ao complexo de financiamento e às parcerias público-privadas que alguns governos estaduais iniciaram, muitos ainda estão pagando mais de R$ 100 milhões por ano como resultado de empréstimos contratados em 2014, como os do estádio Mineirão, considerado uma das construções mais bem sucedidas.

Por exemplo, as autoridades responsáveis pela capacidade das 31.000 pessoas da Arena das Dunas, em Natal, têm que pagar uma quantia anual de R$ 120 milhões para financiar um estádio que abriga cerca de 4.000 torcedores para jogos do clube de futebol América de Natal, que foram eliminados recentemente.

Outros desses “elefantes brancos” incluem o Mané Garrincha, em Brasília, que custou R$ 700 mil por mês em 2018; a Arena Pantanal, em Mato Grosso, que perdeu cerca de R$ 3 milhões em 2018.

Alegações de corrupção e má alocação de fundos cercaram muitos dos projetos de construção que foram embarcados para os sucessivos megaeventos da Copa do Mundo e das Olimpíadas do Rio, e isso não se aplica apenas a estruturas recém-construídas. Há dois anos, executivos da Odebrecht revelaram como pagaram incríveis R$ 2,3 milhões em subornos para garantir o contrato de renovação do icônico estádio do Maracanã.

Desde 2013, o estádio também totalizou perdas de cerca de R$ 200 milhões. Na ocasião um juiz decretou o cancelamento de um contrato de concessão prejudicial ao público-alvo no ano passado. Como aconteceu com muitos outros estádios que causam prejuízos aos fundos públicos, o Maracanã passou a sediar shows e outros eventos, em uma tentativa de diversificar sua utilidade. Além disso, o maior clube de futebol do Rio de Janeiro, o Flamengo, recentemente se reuniu com o governador do Estado para manifestar interesse em participar da gestão do Maracanã.

Gap anuncia que irá fechar loja importante na Quinta Avenida

Uma das maiores redes varejistas de roupas dos Estados Unidos, a Gap anunciou recentemente que deverá encerrar suas operações em centenas de lojas que estavam apresentando um desempenho abaixo do esperado. Porém, a grande surpresa foram as notícias revelando que uma dessas lojas será o famoso ponto comercial da marca na Quinta Avenida, em Nova York.

Situada no número 680, a loja é enorme e possui três andares. Além de sua localização privilegiada, esse ponto comercial representa a influência da marca entre o público norte-americano, e o fato da mesma ser fechada pode ser interpretado como uma grave crise nos negócios da Gap.

Em entrevista concedida no mês de dezembro, Art Peck, o CEO da Gap, ainda destacou que a marca está enfrentando um processo de revisão de valores de determinados aspectos emblemáticos de seus negócios.

A marca, que também é a responsável pelas operações de outras redes varejistas como Banana Republic e Old Navy, apresentou uma redução em seu fluxo de vendas, em meio a um momento de adversidade generalizada que vem atingindo o comércio varejista nos Estados Unidos.

Com o encerramento das operações em centenas de lojas, a empresa planeja que a lucratividade tenha um impulso já nos próximos meses. Essa loja da marca na Quinta Avenida se encontra ao sul da Trump Tower, uma área que tem aluguéis bastante altos por ser muito procurada pelos turistas, principalmente durante o final do ano, em função de também ser próxima do Rockefeller Center.

Apesar das ações da Gap já terem perdido aproximadamente 25% do valor que possuíam no início de 2018, a mesma apresentou um pequeno aumento em janeiro, assim como outras varejistas norte-americanas que enfrentam certas dificuldades, como a como a Abercrombie & Fitch e a American Eagle Outfitters.

A Gap foi fundada no ano de 1969, e se especializou na venda de roupas de estilo casual, calçados e acessórios. Atualmente com um valor de mercado de mais de US$ 7 bilhões, a marca está presente em cerca de 70 países, incluindo o Brasil, e possui cerca de 140 mil funcionários ao redor do globo, e 1.700 lojas.

Curativos inteligentes são capazes de ajudar na cicatrização

A utilização de correntes elétricas de forma terapêutica para o bem da saúde humana é uma prática bastante antiga, a qual é usada para vários tipos de tratamento, incluindo a fortificação dos músculos e a diminuição das dores crônicas.

 

O que muitos nem imaginam é que essa técnica, conhecida pelo nome de eletroterapia, também pode ser aplicada de modo a estimular a cicatrização de machucados. Contudo, os aparelhos exigidos para realizar esse procedimento podem torná-lo bastante complicado e pouco acessível.

Tendo isso em mente, um grupo de pesquisadores da China e dos Estados Unidos criaram uma espécie de bandagem elétrica, bem similar aos curativos tradicionais, a qual é capaz de acelerar a recuperação de feridas. Para essa bandagem funcionar, basta que o indivíduo respire e expire, pois o movimento da caixa torácica durante essa atividade consegue ativar os nanogeradores que estão no curativo, os quais enviam pulsações que auxiliam o machucado a cicatrizar mais depressa.

A equipe de pesquisadores responsável pelo desenvolvimento da bandagem acredita que o diferencial desse curativo é a forma como a eletricidade age sobre os fibroblastos, os quais recebem o estímulo de se alinharem, um processo que é determinante para que ocorra a cicatrização. Para completar, essas pulsações também resultam em materiais bioquímicos que estimulam o crescimento dos tecidos e a recuperação da pele.

Quando testada no laboratório, os resultados obtidos foram surpreendentes. Os testes feitos com ratos também demonstraram que machucados que anteriormente levavam quinze dias para cicatrizar agora demoraram somente três dias com o auxílio desse curativo inteligente.

A boa notícia é que, segundo os pesquisadores, a tecnologia utilizada no desenvolvimento dos curativos inteligentes consiste de materiais comuns, o que significa que essa bandagem pode chegar as lojas com preços quase iguais aos dos curativos comuns.

Contudo, antes disso acontecer, esse curativo ainda precisará passar por algumas rodadas de testes adicionais. De acordo com notícias do site Engadget, a próxima etapa será testar a maneira como essa tecnologia se comporta na pele dos porcos, que é bem similar a pele humana. Caso a resposta seja positiva, o curativo inteligente poderá chegar as lojas antes mesmo do esperado.

Estudo identifica que filmes estrelados por mulheres são mais lucrativos

Um estudo recente desenvolvido pela Creative Artists Agency (CAA), em conjunto com a companhia shift7, analisou a arrecadação na bilheteria de centenas de longa-metragens que estrearam entre os anos de 2014 e 2017, comparando os ganhos com o gênero dos protagonistas.

Ao analisar esses dados de forma cruzada, esse levantamento identificou que os longas que possuíam mulheres na posição de protagonistas conseguiram se sair melhor na bilheteria do que os filmes protagonizados por homens.

Para chegar a essa conclusão, o estudo dividiu os filmes em cinco categorias distintas, de acordo com o custo total de produção dos longas, começando com uma categoria de filmes de até 10 milhões de dólares e indo até aqueles que custaram mais de 100 milhões de dólares.

Nas cinco categorias analisadas, os filmes estrelados por figuras femininas tiveram um desempenho superior aos homens. Essa estatística reforça a premissa de que as mulheres possuem um forte apelo dentro da indústria do cinema.

Portanto de acordo com Christy Haubegger, diretora da CAA, a crença de que ter uma mulher como protagonista não traz bons retornos financeiros está se tornando cada vez mais incorreta e ultrapassada. Para esse levantamento, foi utilizada uma base de cerca de 350 filmes, dos quais 105 eram protagonizados por mulheres.

A superioridade na arrecadação pôde ser observada especialmente na categoria de filmes cuja produção foi superior aos 100 milhões de dólares. Entre eles, um dos grandes destaques foi Mulher Maravilha, primeiro filme estrelado por uma super-heroína em alguns anos e que se tornou um sucesso absoluto, responsável por acumular mais de US$ 800 milhões nas bilheterias mundiais. Em média, enquanto os longas estrelados por mulheres arrecadaram US$ 586 milhões, os protagonizados por homens tiveram uma arrecadação de US$ 514 milhões.

Nas notícias veiculadas sobre o tema, uma das responsáveis pelo estudo, Amy Pascal, destacou que a pesquisa foi bastante esclarecedora pois comprova que o público que frequenta as salas de cinema deseja ver todos sendo representados nas telas. Segundo ela, os tomadores de decisão em Hollywood precisam perceber isso logo para que o cinema permaneça sendo lucrativo.

Litoral de São Paulo registra aumento no número de animais mortos

O acúmulo de resíduos sólidos associado ao descarte incorreto desses dejetos coloca a vida de vários animais em risco. Quando essa perspectiva é levada aos litorais do país, não é apenas os animais marinhos que sofrem com esse grande problema, mas também os mamíferos e as aves que vivem nessas regiões.

Somente no litoral de São Paulo, o Instituto Gremar já registrou um total de 21,4% de aumento de animais mortos por causa da poluição neste ano. A comparação foi feita com o mesmo período no ano passado. Os dados coletados pelo instituto foram obtidos nas praias localizadas na Baixada Santista.

De acordo com a bióloga que trabalha no instituto, Rosane Farah, esses números eram mais do que esperados, considerando que os impactos ao meio ambiente ainda são os mesmos. “Podemos observar que grande parte desses animais que recebemos no instituto tiveram interação de alguma forma com o lixo descartado incorretamente. Já encontramos vários itens de descarte, como plásticos, sacolas, canudos, papéis de balas, entre outros”, revelou Rosane Farah.

Esse é um problema tão grande enfrentado no litoral paulista que 90% dos animais mortos recolhidos pelo instituto tinham contaminação por resíduos plásticos. Ou seja, o lixo descartado pelo homem é a causa de morte em 90% desses animais mortos.

Somente em 2018, o número de animais mortos recolhidos pelo instituto chegou a 873. Desse total, 289 eram aves, 80 eram mamíferos e outros 504 eram tartarugas. Em comparação com o ano de 2017, o registro era de 719 animais mortos recolhidos pelo instituto. Considerando os animais que foram resgatados e os que foram encontrados mortos, o Instituto Gremar registrou um total de 1.066 animais durante todo o ano de 2018.

Como o número só tem aumentado a cada ano, o instituto tem promovido ações investigativas para descobrir quais são os principais agentes poluidores dos mares e praias. Além disso, o instituto tem intensificado as notícias e ações sociais que promovem a conscientização da população em relação ao descarte correto desses materiais.

Segundo a bióloga, o aumento não significa que as pessoas estão descartando mais lixo. Na verdade, o aumento dos técnicos e monitores que atuam nas praias do litoral paulista proporcionaram uma maior cobertura de área, o que resulta em um número maior de animais encontrados.