Flavio Maluf reporta sobre o uso de drones por produtores rurais

Hoje em dia, praticamente todo mundo, dentre os que estão “antenado” nas tecnologias, já ouviu falar ou até já teve contato direto com drones, inclusive Flavio Maluf, atual presidente do Grupo Eucatex. E é ele que nos reporta como vêm popularizando-, há alguns anos já, esses drones, a tal ponto de, em maio deste ano, chegar a ser regulamentada essa tecnologia, por parte da Agência Nacional de Aviação Civil.

Segundo Flavio Maluf, para se ter uma ideia da expansividade dos drones, em todo o mundo, podemos citar, por exemplo, os dados da consultoria americana Gartner, segundo os quais, até o ano de 2020, o número de dispositivos que serão vendidos, anualmente e considerando todo o mundo, chegará à impressionante quantia de 3 milhões. Nessa faixa, supõe-se, a tecnologia em questão propiciará um faturamento anual beirando o montante de 11,2 bilhões de dólares.

Todavia, apesar desse crescimento em escala global, fato é que, desse total, ainda 89% de seu uso tem destinado-se ao meio militar. Dos 11% restantes, o uso dos drones divide-se entre várias áreas, como a de inspeção industrial ou a de monitoramento de eventos, fora a de fotografia ou a de transporte. Mas, além dessas todas, Flavio Maluf, que tem formação em engenharia mecânica pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), lembra do quão relevante vem sendo tal tecnologia para o agronegócio. Afinal de contas, o Grupo Eucatex vem, desde 1951, pensando tanto em conforto ambiental quanto em conforto acústico, através da adoção, como matéria-prima, da madeira de eucalipto, na produção seja de chapas seja de painéis.

E os drones, onde eles entram nisso? Bem, eles facilitam muito a vida dos produtores ruarais, como lembra Flavio Maluf, visto que podem contribuir com o controle de custos de toda a propriedade. Exemplificando isso, podemos falar do combate a pragas e ervas daninhas, costumeiramente tratado com defensivos, que então, com os drones, torna-se possível um monitoramento tamanho, a ponto de se conseguir identificar, com grande precisão, aquele que foi a área verdadeiramente atingida.

Flavio Maluf,falando com BotucatuOnline, por fim, ainda lembra uma colocação, sobre o uso dessa tecnologia no ambiente rural, feita por Fabrício Hertz, atual presidente da Horus, que é uma empresa envolvida com a produção de drones e também com mapeamento através desses: Segundo Hertz, a adoção de drones, por parte do produtor rural, no contexto que já especificamos, “representará uma economia de até 80% nos gastos com esse tipo de agroquímico”.

Benefícios da automação de marketing

Como é um canal de mão dupla, e as empresas mais bem-sucedidas são as que se envolvem diretamente em tempo real com os usuários, o gerenciamento bem-sucedido de mídias sociais exige muito tempo, recursos, energia e habilidades.

Estas são algumas das razões pelas quais uma empresa adotará a automação:

Economize tempo – várias campanhas podem ser agendadas com antecedência e liberadas de acordo com suas próprias configurações, portanto, as horas de trabalho podem ser utilizadas para outras atividades.

Eficiência – fornece uma alternativa automática simplificada para processos tradicionalmente manuais. O tempo e o trabalho podem ser reduzidos, portanto os custos também podem ser reduzidos.

Integração com CRM – pode ajudar a garantir que os leads não desapareçam do radar após alguns contatos malsucedidos.

Coleta de dados – o marketing automático oferece um ponto de contato para clientes ou clientes que não é necessariamente voltado para vendas. Ele pode ajudar a fornecer uma visão melhor e ser usado para coletar dados específicos para melhorar campanhas ou comunicações futuras.

Gerenciamento multicanal – embora tenha sido fácil o bastante para gerenciar um único canal de e-mail, agora, graças aos vários canais em que os consumidores podem ser encontrados, está ficando cada vez mais difícil acompanhar todos eles. A automação de marketing pode ajudar você a manter o controle de qualquer canal.

Consistência – Incorporar todos os seus esforços em um processo pode ajudar a manter um tom de voz unificado da marca.

Personalização – a automação ajuda a personalizar a experiência para o usuário, criando uma experiência única e mais convidativa que é totalmente relevante e provavelmente levará à conversão.

A automação é imprescindível para uma equipe moderna. Mas, mesmo que você tenha ouvido esse fato ou lido sobre ele, muitos profissionais ainda estão questionando a definição exata. O que exatamente é automação de marketing e por que você precisa disso? Às vezes, no Marketo, gostamos de fazer uma pausa e voltar ao básico.

O que é automação e por que você deveria estar interessado nisso? É bem simples. Os profissionais que usam software de automação de marketing tendem a superar os profissionais de marketing que não o fazem.

Sistemas econômicos

Economia , a maneira pela qual a humanidade organizou seu fornecimento material. Alguém poderia pensar que haveria uma grande variedade de tais sistemas, correspondendo aos muitos arranjos culturais que caracterizaram a sociedade humana. Surpreendentemente.

o empreendedor deve ser um líder que ande na conversa e compreenda o significado da execução. Além disso, liderança significa que os empreendedores não devem ter medo do fracasso e, ao contrário, devem transformar a adversidade em triunfo e transformar o fracasso em um trampolim para o sucesso.

De fato, os grandes empreendedores são aqueles que estão dispostos a confiar em seus instintos e intuição e se recuperam quando o empreendimento ainda está para frutificar ou até mesmo causar perdas. Em outras palavras, se você acha que tem uma ótima idéia e a está executando bem com a equipe certa, você precisa persistir e continuar, mesmo quando a sabedoria convencional diz que você está errando.

Empreendedores devem ser visionários auto-realizadores

Pergunte a qualquer empreendedor bem-sucedido e eles diriam que, embora o dinheiro seja de fato importante e os lucros sejam de fato essenciais, não é sempre o dinheiro ou que fazer lucros é a única coisa que importa. Em vez disso, o grande empreendedorismo tem tudo a ver com a voz interior, criar empregos e oportunidades para os outros, ter consciência da prosperidade da sociedade devido ao empreendimento, em vez de ter uma atitude de eu mesmo e, mais importante, transformar sua visão em sucesso.

Por exemplo, muitos de nós já ouvimos ou encontramos pessoas que desistiram de trabalhar confortavelmente para encontrar suas paixões e seguir e perseguir seus sonhos. Portanto, empreendedorismo de sucesso tem tudo a ver com fazer a diferença para o mundo e se tornar um messias social que transformaria as sociedades com seus empreendimentos.

Finalmente, o empreendedorismo deve ser visto como um ponto de partida para transformar a si mesmo e, no processo, tornar-se um agente de mudança . Para que isso aconteça, o empreendedor deve ser capaz de atender às expectativas ambientais, sociais e econômicas do sistema maior e, ao mesmo tempo, deve se orientar na busca de seus sonhos. De fato, o equilíbrio entre aspirações internas e expectativas externas é o mais importante determinante para o sucesso.

IBGE divulga prévia da inflação medida pelo IPCA-15 de 0,13% em agosto de 2018

Conforme o IPCA-15 – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 -, houve variações na inflação no mês de agosto de 2018 com base na prévia para o mês. De acordo o índice, a inflação encontrava-se em 0,13% até o final do mês de agosto deste ano, o menor resultado da prévia desde 2010, ano em que o indicador registrou a marca negativa de 0,05%. As notícias sobre a inflação são divulgadas pelo IBGE – Instituto Nacional de Geografia e Estatística – após a leitura do IPCA, índice de sua responsabilidade.

De acordo com o instituto, a divulgação sobre a prévia da inflação para o mês de agosto deste ano, aponta que o resultado foi inferior ao do mês de julho deste ano, ficando em 0,51 ponto percentual. Em julho deste ano, a variação para do IPCA 15 foi de 0,64%. No acumulado dos últimos 12 meses, o retrospecto também foi de queda para o índice, que encerrou o período em 4,30%. Em comparação com o mesmo período 2016/2017, o resultado foi de 4,53%.

De acordo com o IBGE, Transportes foi o grupo que apresentou a segunda maior variação em julho deste ano, demonstrando deflação de 0,87% no mês seguinte (agosto deste ano). Devido a queda deste importante item, outros itens, como Passagens aéreas, tiveram queda de 26,01% entre julho e agosto deste ano. Os outros itens que tiveram peso para a prévia do IPCA-15 foram os combustíveis. O etanol, o óleo diesel e a gasolina tiveram queda de 5,80%, 0,50% e 0,40%, respectivamente.

Mas outros itens tiveram uma variação positiva, como foi o caso do Ônibus interestadual, que teve um retrospecto positivo de 4,64% com base no reajuste realizado nas passagens de ônibus. O reajuste realizado no dia 2 de julho deste ano, deixou o preço das passagens 10,14% mais caras, puxando o IPCA-15 para cima. Já o grupo Alimentos teve uma retração de 0,03% em agosto deste ano. Um dos motivos é a Alimentação em domicílio, que teve uma variação negativa de 0,43%.

O preço de itens de suma importância para a economia, como o da cebola, do tomate e da batata-inglesa, encerraram o mês em queda de 29,72%, 16,41% e 15,49%, respectivamente. Já o leite longa vida e o arroz tiveram alta de 3,58% e 2,11%, respectivamente.

Grupo Pão de Açúcar apresenta lucro de 526 milhões no 2º trimestre impulsionado por varejo

O Grupo Pão de açúcar, conglomerado de diversas empresas de vendas do Brasil, anunciou seus resultados financeiros referentes ao segundo trimestre de 2018. Segundo o relatório, o grupo teve um lucro líquido de 526 milhões de reais, número quase quatro vezes maior que o obtido no mesmo período de 2017, quando foi observado um lucro líquido de 115 milhões de reais.

Os resultados são ainda mais surpreendentes ao analisar que o lucro do grupo foi obtido principalmente com as marcas de multivarejo, os mercados Extra e Pão de Açúcar, e com a sua principal marca de atacado e varejo, os mercados Assaí. Isso porque o setor ainda tem sofrido com reflexos da greve dos caminhoneiros de maio e junho, além da deflação de diversos alimentos após a supersafra nas colheitas brasileiras. Outro fator que poderia pesar contra os resultados da empresa seria a redução do consumo das famílias brasileiras desde o início da crise na economia do país.

Para driblar todos esses fatores negativos, o grupo tem apostado na forte fidelização de seus clientes, além de focar esforços em absorver novas famílias aos caixas de seus mercados. Uma das estratégias mais bem sucedidas foi a distribuição de selos em compras, que possibilitam a troca de cartelas preenchidas por itens de cozinha: um conjunto de facas, no caso da rede Extra, e um conjunto de panelas na rede Pão de Açúcar

Outra iniciativa que cooperou para o resultado positivo foi o investimento nos programas de descontos “Clube Extra” e “Pão de Açúcar Mais”. Ambos programas são muito semelhantes e dão aos clientes cadastrados descontos exclusivos em diversos produtos das redes, além da possibilidade de acumular pontos que podem ser trocados por diversos itens.

Enquanto isso, o Assaí, outra empresa do grupo, também demonstrou bons resultados financeiros, com faturamento de mais de um bilhão de reais no segundo trimestre de 2018, 25% maior que no mesmo período do ano de 2017. A marca vem passando por uma rápida expansão, principalmente a partir da substituição de unidades sob o selo Extra para o selo da atacadista, que possui uma maior aceitação por alguns setores da sociedade.

Dólar força o Banco Central a manter a atual taxa básica de juros

A pouco tempo o Banco Central dos Estados Unidos subiu a taxa básica de juros americana, o que deixou mais interessante para os investidores internacionais resgatarem seus investimentos em países considerados menos seguros, como o Brasil, e comprassem títulos americanos.

Quando o investidor resgata seu investimento, ele precisa comprar o Dólar com a moeda do país onde investiu. O que feito em grande volume diminui a oferta de Dólares disponíveis, os tornando mais caros, e aumenta a oferta da moeda local, reduzindo assim o seu preço. Um mal que tem acometido o Real atualmente.

Por esse motivo o Banco Central foi forçado a manter sua atual taxa básica de juros (Selic). Porque, caso ela fosse reduzida, o Brasil se tornaria ainda menos interessante para os investidores internacionais, que resgatariam seus investimentos e comprariam mais Dólares, desvalorizando ainda mais o Real.

O Banco Central se preocupa com o preço do Dólar porque todos os produtos importados sobem de preço quando ele se valoriza.

Mesmo aqueles produtos que a maioria da população não espera acabam se tornando mais caros, o pão que comemos todos os dias, é um bom exemplo. O pão é feito com o trigo, que é um produto importado. Conforme o Dólar se torna mais valorizado, o preço do trigo sobe e o pão se torna mais caro. Este efeito se repete em diversos produtos.

Nem todos os setores da economia, porém, sofrem com a alta do Dólar. Empresas exportadoras e o agronegócio lucram mais, porque recebem seus pagamentos na moeda americana.

Com o Dólar valorizado, viajar para o exterior acaba ficando ainda mais caro. O que leva muitas pessoas a olharem com mais atenção pacotes de viagens pelo Brasil. Além disso, com o real desvalorizado se torna mais barato para o turista estrangeiro viajar pelo Brasil, o que somado aos turistas nacionais, ajuda o setor do turismo a ter bons resultados.

Maioria dos investimentos em bitcoin é de homens

Os bitcoins são as moedas virtuais que mais estão dando o que falar desde que alcançou recordes impressionantes de valorização no fim do ano de 2017. A grande elevação do preço dessa moeda se deu principalmente pela entrada de investidores chineses nesse mercado.

Assim como existem os ganhos daqueles que deixaram a moeda há um tempo valorizando, as oscilações que ela sofreu também exigiu muita paciência e cautela de quem queria esperar por uma recuperação.

Por se tratar de uma novidade do mercado, o bitcoin gera tanta empolgação quanto rumores de uma possível bolha, mas o fato é que desde sua criação houve uma valorização de mais de 7.000%, isso mesmo, quem começou investindo nessa moeda hoje pode comemorar os grandes lucros obtidos com ela.

Uma pergunta que pode colocar a ascensão do bitcoin em dúvida é por que as mulheres não estão tão presentes nesse investimento. De acordo com especialistas, o homem tem um perfil de investimento mais agressivo e também é motivado a grandes riscos por causa das possibilidades de ganhos milionários, o que ocasiona uma sensação de prazer biologicamente inegável quanto o investimento obtém sucesso.

Um fator histórico que pode levantar um sinal de alerta para mercados especulativos é o fato de que as bolhas mais devastadoras que aconteceram tiveram uma maior participação de investimentos do sexo masculino.

Quando a crise das hipotecas começou a assombrar os investidores nos Estados Unidos em 2008, e a alta valorização das tulipas no século 17 levou a uma bolha inevitável, em geral eram os homens que estavam investindo.

 Com o comportamento mais agressivo para investir dos homens, o alto risco conta com a presença massiva deles.

O bitcoin é uma moeda que nasceu da tecnologia, ramo até então dominado pelos homens, isso se reflete nos altos valores de pessoas que investem sem medo, o que é atrativo para quem quer bons lucros.

 Outra moeda que juntamente com o bitcoin se valorizou durante os últimos dois anos foi o litecoin. Essas duas moedas inicialmente dominavam grande parte do mercado, mas hoje existem mais de 700 criptomoedas para deixar os hormônios masculinos fervendo de tantas possibilidades de lucro.

Reajuste do salário mínimo vem defasando a aposentadoria desde 1987

É normal ouvirmos aposentados mais antigos falarem sobre o quanto o salário mínimo tinha um peso positivo em relação ao reajuste da aposentadoria, sendo que antigamente a aposentadoria era igual a três salários mínimos. Mas o que as pessoas desconhecem, e não é comum dizer, é que o reajuste do salário mínimo irá impactar diretamente na defasagem dos valores pagos aos aposentados e pensionistas do INSS – Instituto Nacional do Seguro Social. Conhecido como “achatamento”, a influência do reajuste do salário mínimo em relação a estes benefícios sofreu com mudanças há mais de 30 anos, e são diretamente proporcionais, incluindo as mensalidades pagas aos segurados pela Previdência Social.

Essa forma de defasagem passou a ser utilizada em 1987, e desta forma, ficou decretado que o salário mínimo seria reajustado com base no INPC – Índice Nacional de Preços ao Consumidor – somados ao PIB – Produto Interno Bruto -, enquanto o INPC somente seria utilizado para o reajuste das aposentadorias e dos benefícios pagos aos pensionistas.

“Por mais que a própria Constituição assegure a irredutibilidade do valor dos benefícios e o reajustamento dos benefícios para manutenção do seu valor real, na prática o que realmente acontece é uma perda progressiva de poder aquisitivo dos benefícios do INSS”, explicam fontes do INSS.

Também, as explicações dos especialistas apontam para o “achatamento” como exemplo a ser dado. Imagine um aposentado que recebia R$ 1.020 em 2010, um valor igual a dois salários mínimos, esse mesmo aposentado passou a receber no ano passado R$ 1.612,88. Podemos observar que nesses anos, a soma de dois salários mínimos equivalem a R$ 1.874, um déficit de R$ 260 nas aposentadorias de 2010 a 2017.

“Isso acontece porque a aposentadoria do segurado foi reajustada usando índices menores que os índices do salário mínimo, dando a impressão, ao passar do tempo, que o segurado recebia dois salários e agora, recebe pouco mais de um salário e meio”, diz as fontes do INSS envolvidas na reportagem. A partir da reforma da Previdência tão esperada pelo governo, essa forma de se calcular as aposentadorias no Brasil irá mudar.

Indicadores apontam para uma recuperação do mercado de trabalho em 2018

Em comparação com o último levantamento realizado pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, foi possível observar através do IAEmp – Indicador Antecedente de Emprego – uma tendência positiva em relação ao mercado de trabalho brasileiro. A divulgação dos dados do indicador foi feita pelo IBGE no dia 9 de janeiro de 2018. De acordo com o Ibre/FGV – Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas, o motivo para a tendência de recuperação apontada pelo indicador pode ser observada nos 107 pontos alcançados em dezembro do ano passado, sendo considerado o melhor resultado observado desde o mês de junho de 2008.

Os economistas do instituto também diagnosticaram o atual momento do mercado de trabalho através do indicador ICD – Indicador Coincidente de Desemprego, que teve uma alta de 1,7 e atingiu 100,3 pontos, maior resultado do indicador desde o mês de março do ano passado, quando foi alcançada a pontuação de 100,6 pontos.

Segundo Fernando de Holanda Filho, economista da FGV, o IAEmp aponta para uma melhora no quadro de negócios e perspectivas positivas para mais contratações neste ano, com uma capacidade maior na criação de novas vagas de empregos conforme o decorrer do ano. Porém, o economista também alerta que o resultado positivo apontado pelo indicador não é exclusivamente de um mercado de trabalho farto de novas vagas, mas, também indica que existe certa dificuldade para o atual cenário de trabalho.

“A taxa de desemprego se mantém na casa dos 12% e a geração de vagas continua ocorrendo predominantemente no mercado informal, retratando um mercado de trabalho ainda complicado”, explica Fernando.

Segundo acredita a FGV, o IAEmp ocorreu em 6 das 7 categorias abordadas pelo indicador, podendo destacar as categorias que buscam uma indicação dos negócios previstos para o primeiro semestre deste ano, seguindo de acordo com a sondagem realizada pela Indústria da Transformação e pelo setor de Serviços no país.

Em 2016, o indicador encerrou o ano na casa dos 90 pontos, iniciou em 2017 já com 95,6 pontos e só teve um retrospecto excelente buscando a casa dos 100 pontos em setembro de 2017, sendo possível observar a atual recuperação do mercado de trabalho até agora.

 

IBGE investe em tecnologia para alcançar melhores resultados em 2017/2018

De acordo com a missão institucional ao cumprimento da retratação do Brasil realizada pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o instituto foi responsável pela produção de mais de 200 produtos voltados para as estatísticas mediantes a geociência realizadas em 2017. Isso colocou a instituição em um patamar de excelência mediante ao número e aos métodos utilizados na forma de procedimentos adotados pela instituição, como a coleta, o processamento, a armazenagem destes dados e a forma com que eles foram disseminados nas representações estatísticas.

Prezando pelos valores profissionais, pela eficiência e confiança, o IBGE passou a investir mais em tecnologia com o objetivo de buscar uma melhor comunicação com a sociedade. Segundo Roberto Olinto Ramos, que assumiu a presidência da instituição no dia 1º de junho do ano passado, o foco era a realização do Censo Agropecuário e a POF – Pesquisa de Orçamentos Familiar – assim que assumisse o cargo.

“O ano de 2017 foi marcante para o IBGE, pois tivemos algumas conquistas e algumas mudanças, como o início do Censo Agro, em que o mais importante foi fazer um projeto técnico de qualidade adequado ao orçamento. E tivemos o início da coleta da POF. Mas uma mudança que eu, particularmente, acho fundamental foi em relação à questão da comunicação, com a criação da Agência IBGE Notícias, que reflete uma preocupação em melhorar a comunicação seja interna seja externa”, explicou Ramos.

O ano passado foi marcado por um grande avanço na área tecnológica de geociência, com o surgimento da Revista Retratos e da Agência IBGE Notícias. Isso promove com mais qualidade o conteúdo de multimídia gerado pela instituição. As mídias sociais do IBGE são constantemente trabalhadas para que aconteça um crescimento exponencial desses seguidores. No mês de outubro do ano passado, o instituto fez uma reformulação do Portal do IBGE na internet.

“Cada vez mais devemos mostrar a importância estratégica que o IBGE tem para o povo brasileiro, na produção de conhecimento para que se possa tomar decisões e o quanto o IBGE é fundamental nesse país. É motivo de orgulho terminarmos 2017 mostrando que estamos avançando nessa direção”, explicou Ramos.